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A Religião do Capital (1887), de Paul Lafargue, é uma sátira política que imagina o capitalismo como uma religião na qual o Capital é tratado como um deus e o trabalho como devoção. Por meio de catecismos, sermões e orações fictícias, Lafargue expõe com ironia como a sociedade transforma exploração, miséria e obediência em virtudes necessárias para manter o poder das classes dominantes, revelando de forma crítica a lógica moral do sistema capitalista.

12x18cm. 72p.