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Federici propõe uma releitura crítica da acumulação primitiva, ampliando o entendimento de Marx sobre o processo, para incluir a violência sistêmica contra as mulheres. A autora conecta a opressão feminina às estruturas capitalistas modernas, argumentando que a marginalização das mulheres foi e continua sendo central para a expansão do capital. A obra destaca que a dominação masculina sobre o corpo e o trabalho das mulheres não é uma coincidência histórica, mas uma engrenagem essencial da acumulação de riquezas e da divisão sexual do trabalho.

 

14x21cm • 36p.